Este governo carrega o macabro dom da destruição. Desde que começou, tenta destruir a Amazônia, o meio ambiente, a democracia, as relações internacionais, as relações com as instituições democráticas, o STF, o Senado, a Câmara dos Deputados, a saúde, a ciência, a educação, a cultura, a economia, os pobres, o bom senso, a generosidade, o humanismo, o humor, a vacina.

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A urna eletrônica, a eleição, o jogo político, os próprios políticos, a esquerda, o centro, a direita, a delicadeza, o equilíbrio, o juízo, a razão, a reflexão, a inteligência, a sabedoria, a sensatez, a lógica, a coerência, a gentileza, a solidariedade, as populações indígenas, os negros, os gays, as mulheres, os jovens. 

Os direitos humanos, a dignidade, o decoro, a compostura, a decência, o pudor, a liturgia do poder, a liberdade de expressão, a Justiça, a Fiocruz, a Anvisa, o Butantan, o saber, o conhecimento.

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A empatia, a tecnologia, a liberdade à informação, a imprensa, a segurança pública, as máscaras, o isolamento social, as famílias das vítimas de Covid-19, os médicos, os enfermeiros, os hospitais, o SUS, o IBGE, o senso demográfico, o programa nacional de vacinação, o Ibama.

A sensibilidade, a bondade, a compaixão, a leveza, a mansidão, a suavidade, o contentamento, o prazer, a felicidade, o bem-estar, o entusiasmo, a escola, as universidades, os professores, a arte, a indústria do entretenimento, o cinema, o teatro, a música, os livros, o Carnaval, a alegria, a fé, o sonho, a esperança.

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Ao negar-se a fazer o que deveria neste momento tão difícil e único da Humanidade, este governo assiste à destruição de vidas.

Para refletir

Do filósofo Nietzsche:

As ilusões são certamente prazeres dispendiosos, mas a destruição delas é mais dispendiosa ainda.

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Do escritor Franz Kafka:

Ser rico significa depender de coisas que se possui e que se é obrigado a proteger da destruição, acumulando as posses e as novas dependências.

Do escritor Alexandre Dumas:

O orgulho de quem não pode construir é destruir.

Do poeta Pablo Neruda:

Só um louco pode desejar guerras. A guerra destrói a própria lógica da existência humana.

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