A secretaria de Comunicação do governo de Santa Catarina confirmou que havia duas propostas no radar do governador Jorginho Mello (PL) nas conversas sobre a reposição salarial. Uma reunião, na última segunda-feira (3), bateu o martelo do pagamento linear de 21,5%. Esta foi alternativa encontrada diante do descontentamento das associações com a proposta oficial, que já havia sido calculada pelas secretarias da Fazenda e da Administração, com aumento de 20% para todas as forças de segurança e mais 5% para agentes que trabalham no operacional.
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A ideia do governador era privilegiar os salários menores. Essa possibilidade foi negada durante a conversa com entidades, segundo a secretaria de Comunicação, por entenderem não ser possível um aumento não linear e que não contemplasse 100% dos inativos.
Desse modo, uma segunda possibilidade, que era dividir o impacto total do reajuste entre 10% e o restante dividido por todos os ativos, foi descartado pelo governo antes de ser apresentado, de acordo com a secretaria. A coluna trouxe esta informação com exclusividade na última terça-feira (4).
Por fim, o governo fez a proposta final linear, com o mesmo impacto das outras propostas. Ficou 21,5% linear para todos os integrantes das forças de segurança.
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